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TEA: diagnóstico, mesmo na fase adulta, contribui para mais qualidade de vida

6/06/2024Saúde & Diagnóstico10 Comentários

TEA: diagnóstico, mesmo na fase adulta, contribui para mais qualidade de vida

Tem sido cada vez mais comum o diagnóstico do Transtorno do Espectro Autista (TEA) em adultos. Muitos buscam um especialista por se identificarem com algum sintoma e, para o diagnóstico assertivo, normalmente passam por mais de um profissional de saúde. Para confirmar a suspeita, é necessária uma avaliação médica e/ou neuropsicológica, com o objetivo de melhor entender o perfil de desempenho cognitivo e avaliar possíveis alterações que podem ser decorrentes de desordens neurológicas e outros transtornos, a exemplo do TEA. 

Ao contrário do que muitos pensam, o autismo não é uma doença, mas um transtorno do neurodesenvolvimento. Como o autismo é para a vida toda, é muito importante o diagnóstico – e quanto antes, melhor. Mas, vale frisar: não há idade para identificá-lo e passar a viver com mais entendimento sobre si mesmo.

Apesar de, na vida adulta, muitos já se acostumarem com a forma como vivem, é importante ter um diagnóstico e buscar caminhos para melhor viver, buscando seus direitos e mais inclusão, respeitando a si mesmo a partir da compreensão que justifiquem algumas características específicas. 

Entre os sintomas mais recorrentes do TEA, estão: déficits em funções de comunicação, sociabilidade e interação. O interesse restrito ou repetitivo sobre alguns assuntos também é comum, bem como o hiperfoco. De todo modo, cada indivíduo é único.

                                 Crédito: iStock Photo

 

TEA e ansiedade

Pesquisas apontam que é comum adultos diagnosticados com autismo conviverem com ansiedade e depressão, de moderada a grave, o que contribui ainda mais para a redução da comunicação, o isolamento social e agitação psicomotora, por exemplo. Sendo assim, com o diagnóstico em mãos, é possível buscar um tratamento multidisciplinar mais eficaz.

Autonomia e inclusão

Os adultos com TEA estão nas salas de aula, no mercado de trabalho e se casando, com autonomia. Mas, para ter mais qualidade de vida, precisam de suporte e inclusão. Incluir é preciso e, por isso, é fundamental que o tema seja mais debatido e que diferentes espaços possam se adaptar e acolher pessoas com TEA, respeitando a individualidade de cada um, bem como valorizando suas potencialidades. 

 

10 Comentários

  1. A quem consultar para obter o diagnóstico em Campinas SP? Vocês teriam algum profissional/clínica para indicar?

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  2. Excelente esse artigo. Me chamo Ruben, tenho 50 anos, moro em São Paulo Capital e tenho poucos recursos financeiros. Tenho tentado tirar meu diagnóstico gratuito a mais de 5 anos e não consegui ajuda necessária ainda. As ultimas tentativas foram no SUS (Sistema Único de Saúde) aonde fui informado que eles só fazem diagnóstico em crianças mas não em adultos. Me sinto excluído pois, entre 1980 a 1990, quando era criança e adolescente não existiam nem leis nem recursos que ajudavam nesse diagnóstico. Agora estou a deriva e preciso de ajuda como conseguir esse diagnóstico gratuito pessoalmente ou por consultas online no computador ?

    Atenciosamente,

    RUBEN

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  3. Descobri tea no meu filho com 30 anos fii muito difícil a convivência hoje eu entendo ele melhor

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  4. Gostaria de ser avaliada,tenho MTA coisa em comum pesquisando,com autismo

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    • Olá! É importante procurar profissionais especializados, como neurologistas, psiquiatras ou psicólogos. Eles poderão avaliar de forma adequada e orientar os próximos passos.

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  5. Gostei muito dos artigos.

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  6. Meu filho diagnosticado síndrome dGeorge 2020 , pandemia.
    Ele também foi diagnosticado austista nível 2 o foco dele psiquitorio.
    Sou deficiente limitações reduzidas ,meu esposo idoso e tem dificuldade auditiva .
    Meu filho tem 40 anos até agora não estabilizado .
    Um empurra ,empurra para seu tratamento,.Teria andar com uma advogada tira colo , pois ninguém se compromete a nada .
    O tratamento foi um parto conseguir um médico para austista adulto ( não tem nem no convênio e SUS).
    Ele trabalhava mas estava passando por processo desconforto por bulling na empresa .Aqui não tinha algum órgão para recorrer era a mãe mesma .
    Com a pandemia o mandaram embora o que piorou sua vida e a nossa .
    Ele vive em situação de guerra ( medo do bandido está lá fora).
    Fizemos no possível para ajudar ( fechamos o portão e câmera de vigilância na frente e só sai se for de carro)
    Fui ver uma médica particular uma parte o convênio paga e a outra sou eu 500 , só que não tem direito ao retorno ( como fica?? Assim fui em alguns também e outro 800.
    A médica do Caps não facilita no laudo coloca o cid , os remédios toma e como eu peço para não esquecer para eu o acompanhar ( ela descreve que a família pede ( gente ele não tem dados para responder, uma criança grande a cabeça dele é ir embora ( cadê a postura? )
    As duas psicólogas que ele passou, não quiseram passar o tratamento com ele , pois quando eu pedi o quadro evolução dele ( para agente saber o que ele o que melhorou o não. Não faziam )
    Está no CAPS 3 anos e ainda não passou em psicóloga e a médica só 6 meses .
    Estou cansada..

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  7. Tenho 31 anos, e creio que tenho tea; eu não consigo conversar com outra pessoa sem olhar nos olhos, não tenho paciência para lugares barulhentos, e não consigo trabalhar em lugares que esteja sujo ou com bagunça, não consigo expressar meus sentimentos, e choro por qualquer tipo de demostração de afeto ou pressão.. tenho mania de ruer as unhas quando estou ansiosa ou nervosa.

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  8. Eu sou autista sempre escondi agora sepois que eu peguei dengue piorou neu guadro clinico

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