Autismo e envelhecimento
O processo de envelhecimento da pessoa com TEA foi melhor compreendido e discutido, primeiramente, em países da Europa e no Canadá. Pesquisas realizadas apontaram que, entre os fatores de risco presentes no envelhecimento precoce em pessoas com TEA, estão: uso de medicamentos prolongados para tratamento de doenças pré-existentes, predisposição para desenvolver comportamentos e condutas de risco no dia a dia e declínio cognitivo subestimado (não avaliado).
Também é frequente a permanência das doenças neurológicas e psiquiátricas adquiridas na infância. Em alguns casos, é possível observar transtorno de linguagem, alterações sensoriais, déficits nas funções executivas e de atenção, problemas gastrointestinais, epilepsias e ansiedade.
Esses quadros demandam avaliação e intervenção precoce. O acompanhamento de um profissional especializado e de uma equipe multidisciplinar faz toda a diferença. Além disso, recomenda-se ‘planejar’, na medida do possível, o envelhecimento da pessoa com TEA para que ela tenha mais longevidade e qualidade de vida.
Para além das conquistas em inclusão, defesa e garantia de direitos para crianças e adolescentes com autismo, é preciso avançarmos muito em proteção, suporte, mediação e promoção da qualidade de vida da pessoa com TEA que envelhece.
Eu, tenho um filho autista. Eu,a mãe dele morreu recentemente e era ela que cuidava dele. Ele tem 12 anos, eu gostaria de saber cuidar dele como ela fazia.
Todos nós temos necessidade de ternos conhecimento deste assunto.
Estou amando os conteúdos publicados aqui, de extrema importância o conhecimento não só para famílias atípicas, mas para construirmos uma sociedade mais inclusiva a informação é a chave. Gratidão!
Quando entrei aqui para ver o que haveria sobre a velhice e o autismo, basicamente vi: pode haver piora de…e há pouco sobre o assunto.
Parabéns entrei à toa.
Ninguém tem noção da dificuldade que é pesquisar e se cuidar sozinha…mas estou conseguindo: os médicos têm preconceito sobre autismo em mulheres e vão logo taxando que é bipolaridade..
Quando desde criança os sinais eram evidentes. Tanto que só comecei a desenvolver a fala aos 3 anos..
O resto nem conto que não vale a página.
Boa tarde eu Gostaria de saber se podém me enviar materias documentos sobre Autismo sou estudante de pedagogia e estamos criando um Projeto Social sobre o Aútismo .Me ajudem por favor obrigada Eliane
meu comentário é que ese post que autista vive menos e muito ampla, tenho 41 anos nunca tratei, descobri agora, e estou vivo. acho ridiculo divulgar isso, estas pesquisas estao desatualizadas? pq revelam imcompletas sem sentido
Amo receber os artigos que retratam muito bem a realidade dos nossos filhos.
Triste é saber que sempre estamos lutando por ações qie há deveriam ter sido entendidas e integradas na Saúde.
Bjs e vamos em frente
Gostei muito das informações. De fato, como se comenta sobre como lidar com a pessoa com autismo na fase adulta e no seu envelhecimento.
Até as campanhas de conscientização somente apresentam a criança com autismo, contudo não há conscientização para o apoio de igual intensidade para os adultos que outrora já foram crianças.
Precisamos avançar em pesquisa e esclarecimentos a sociedade
HOJE TEM ALGUM ESTUDO SOBRE A LONGEVIDADE DE UM AUTISTA ADULTO/IDOSO?
ELES VIVEM UMA MEDIA DE QUANTOS ANOS?SEMELHANTE AS PESSOAS NORMAIS OU MENOS ANOS DE VIDA?
pOSSO ENCONTRAR ESTE TIPO DE PESQUISA EM QUAL LOCAL OU LITERATURA.
att.aNTONIETA
MAE DE GUILHERME UM AUTISTA NIVEL 3 DE 46 ANOS.
Há estudos sobre longevidade e TEA? Ou algum estudo que foque o aspecto cognitivo e TEA na vida adulta?
Qual o profissional melhor indicado para acompanhar um adulto com TEA? Neurologista? Geriatra? Endocrinologista?
Grata pela atenção!
Sonia
Tenho uma cunhada de 70 anos que foi diagnosticada com Autismo agora em fevereiro/26. Só que ela é muito difícil, levamos ao psiquiatra ele deu medicação pra aliviar a ansiedade, mas ela decidiu parar de tomar. Não quer ir ao médico, ela é independente, não aceita orientação, quer fazer tudo do jeito dela, sendo que não consegue administrar a própria casa. Não sabe fazer comida, gostar de ficar fora de casa e ficar passeando em shopping ou na rua. Ela morava em SP, em janeiro veio morar em Campinas próximo de nós, depois que o irmão com quem morava veio a falecer. Não sabemos como lidar com ela, ela ter hiperfoco, e repetitiva quando fica nervosa. Não sabemos nem como falar com ela. O que podemos fazer por ela sendo que recusa ajuda.