O valor da troca

17/12/2019Vida & Neurodiversidade3 Comentários

Darline nos lembra da importância das conversas para ampliar a inclusão dos autistas

Hoje quero fazer um brinde para valorizar o trabalho de formiguinha de todos os pais, familiares e cuidadores de crianças com TEA. Você tem noção da importância que tem quando você para um minuto do seu dia e explica para quem está do seu lado lhe perguntando porque o seu filho não fala?

Nós pais, podemos não ter a linguagem técnica do especialista, mas, com muita intuição, cuidado e disposição, vamos ali dar uma pequena explanação sobre o que é espectro. Cada informação passada por você é uma semente de inclusão plantada!

E, quando eu enfrento as adversidades que o dia a dia de uma criança autista pode trazer,  que percebo o resultado positivo de todas as sementes que já plantei. Tente lembrar aí quantas vezes já te procuram espontaneamente com perguntas sobre o tratamento do seu filho? E, depois, aquela pessoa que te procurou para pedir ajuda, voltou com uma dica boa para ter ou pediu uma indicação para passar para uma amiga?

Esse movimento espontâneo de troca de informações entre nós, pais, familiares e cuidadores me mostra que estamos no caminho certo. É assim que formamos uma rede de apoio, de cuidados, de cumplicidade entre amigos, vizinhos e até com a escola.

Não existe saúde mental da família autista sem a presença dos outros, e são essas oportunidades de troca de informação, de uma conversa casual que nos fazem avançar ainda mais no caminho sem volta da inclusão.

Darline Locatelli Renault de Castro

Darline Locatelli Renault de Castro

Mãe de dois filhos, Carlo e Pietro, formada em direito e gastronomia, atualmente se dedica a auxiliar na informação e conhecimento acerca do tema TEA

3 Comentários

  1. Concordo!!! E as BOAS especialistas devem saber a importância do envolvimento dos familiares entre si, e incentivar sua comunicação.

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    • Olá,
      Gostaria de poder ajudar
      também nessa luta a favor da informação das famílias com parentes com TEA. Sou mãe de um adolescente de 16 anos e professora.

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  2. Sou líder da pastoral na paróquia Santa Luzia em São Paulo,estou aqui lendo sobre as crianças com autismo,devido ter aparecido na minha vida mães e crianças na minha vida resolvi estudar,um pouco do assunto para passar para mãe e outras pessoas que não sabe oque fazer ,como cuidar

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